Odeio mapa astral

Já ouvi falar que 53 dias antes do nosso níver começa nosso inferno astral, aquela fase em que tudo de errado acontece, numa espécie de expurgação dos problemas. Prefiro não acreditar nisso, pensar que se trata de uma fase de transformação – ok, simbólica, mas uma transformação – em que coisas melhores virão. Tempo de reflexão. Estou nesta fase. Pensando no que já fiz em 24 anos e no que ainda tenho que fazer. Às vezes, por mais cansada que eu me sinta, tenho a sensação de que não consegui fazer tudo o que preciso ou ao menos planejei fazer. Isso me tortura. Não falo de curtir a vida adoidada, fazer viagens sensacionais, como aquelas do filme “Cem coisas de fazer antes de morrer” (acho que é este o nome), não. Falo de coisas simples que não consegui concluir, de atitudes que não consigo mudar e que acabam me machucando e a outras pessoas pelo caminho. Como na maioria das vezes vivo no piloto automático, meio que no “deixa a vida me levar”, porque acredito que quando se faz muitos planos e se tem muitas expectativas o tombo é maior, sofro demais quando vejo tudo o que negligenciei ou decisões que adiei quase que para sempre (por causa de um amor) Não acredito em inferno astral, mas geralmente fico extremamente sensível perto da data do meu aniversário e da data de alguém que amo. Pensa numa TPM. Agora eleva ao cubo. É mais ou menos assim. Assisto à novela e choro. Vejo o extrato do banco e choro. Alguém fala mais grosso comigo e choro. Minha unha quebra e choro. Na semana passada li um livro e achei que fosse morrer de chorar. Não pense que estou chorando porque estou chegando aos 25. Isso não me assusta. O que me inferniza é a minha imperfeição (olha lá, já estou chorando) aos 25anos. Aí são nestas horas penso em mudanças, tanto pelo bem da minha saúde mental como a de quem me cerca. Mas tenho tanta coisa para mudar e para arrumar, que preciso de uma lista. Lá vai. A partir de agora:Vou me dedicar mais a minha família e orar pelo amor que já não é mais correspondido, mais a esperança é a última que morre;Vou fazer exercícios regularmente;Vou comer menos porcarias;Vou beber menos álcool e mais água;Vou pensar 15 vezes antes de dizer qualquer coisa em uma briga;Vou me organizar para aproveitar melhor meu tempo no trabalho;Vou ler mais;Vou terminar a facul;Vou comprar apenas o que eu preciso e não o que eu quero;Vou respeitar a opinião das pessoas sem querer impor a minha;Vou deixar de ser acomodada com situações que me perturbam;Vou demonstrar mais meus sentimentos positivos;Vou limpar meu guarda-roupa com freqüência;Vou quitar minhas dívidas;Vou checar meu extrato bancário semanalmente;Vou emagrecer os cinco quilos que planejo há “uns par” de anos;Vou me desfazer de mágoas;Vou magoar menos;Vou deixar de me estressar com problemas que não dependem de mim para ser resolvidos.É isso. Com certeza faltaram muitas coisas, mas devo levar os próximos 25 anos para cumprir metade desta lista. Se em cada inferno astral eu conseguir eliminar um item já estou no lucro, né não?
Poque será que pensei em tudo isso... acho que esse mes de agosto fiquei sensível.
Bruna Pocahontas
Meu sentimento
Meus dias são pó de ilusão, a rotina de amar quebrada se esfacela em minha frente e eu não sei o que fazer. Aliás, eu nunca soube. Acabei me deixando encantar por amar o incerto, por acreditar na certeza do que não havia. O destino me seduziu, eu indecentemente me deixei levar, eu quis, confesso. Não posso nem odiar o destino, mas também não preciso aceitar.
Minha dor é uma só, a razão pela qual eu descobri tarde demais que não tinha volta. Pode ter fim, certeza que terá, mas nunca voltará a ser como antes. Depois que alguém entra num rio, nem esse alguém nem o rio ficarão iguais. A gente perde um pedacinho de nós com os encontros. E deve perder um pedação com os encontrões.
Eu deixei um pedacinho da minha alma lá, e só agora me dou conta disso. Meu coração eu sabia que já tinha sido furtado, mas era essa a intenção. Só não pensei que sufocasse tanto, tanto, a ponto de me deixar sem ar, tentar reaver o coração roubado. Dói.
O melhor disso tudo é que eu sei que irá passar. Talvez não amanhã, talvez não depois, mais sim algum dia!
Reação
“PERDI O CHÃO QUANDO ELE CONFESSOU NÃO ME AMAR MAIS, ME SENTI FRACASSADA, DIMINUÍDA” (Bruna Pocahontas).
Medo...
“Ainda sinto receio de me envolver com outro homem, de ser feita de boba” (Bruna Pocahontas).
Palavras de um amigo
Só espero q vc não perca esse sorriso lindo pq deixou de acreditar em quão belo é acreditar no amor...Seja ele agora ou daqui a um ano....
Ditas por um amigo
"Fui iludida com uma "virgula" que me pegou em um momento de fragilidade" ( By Leo Brittes)
Andru Donalds
Oh, salve me agora!
Salva-me da profundidade de minha paixão.
Eu poderia me afogar neste mar de amor e isolamento, mas, posso te levar comigo se você simplesmente, me salvar agora.
Todo aquele tempo que desperdicei eu daria a você e todo aquele amor que nunca fiz eu faria com você.
E nada seria eletrizante para mim do que te dar uma prova de amor que tenho dentro de mim, em minhas condições estou completamente perdida então o que você fez com o meu ORGULHO?
Às vezes precisamos perder para dar valor ao que temos.
E quando perdemos, tentamos de todas as formas recuperar.
Onde estão minhas forças... Quando mais preciso delas...
Saudade é uma palavra que só existe na nossa língua...Conheço a palavra 'medo',mas conheço bem mais a palavra 'tranquilidade'...é onde o Universo trabalha muito maior que nossas 'pequenezas'..
Se o mundo não fosse tão ansioso,as coisas aconteciam no seu tempo... Seja daqui a um mês ou três anos... Ou quinze... Às vezes temos que passar por essas provações pra afinar o que realmente queremos... Só quero que saiba que quero que você seja feliz!
(Adri. M)
Privacidade da dor
A dor é tanta que as vezes tudo que eu quero é ficar sozinha, e viver a minha dor, mas, com ela nem isso eu tenho direito, afinal ela também está confusa, com medo e não desgrudar de mim para nada...
Bruna Pocahontas
Relacionamento rola uns desencontros que basta um olhar pra achar que é atravessado... é difícil resolver com uma pílula mágica...
(Adri. M)
Eu amo...
"Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?"
Fernando Pessoa.
Pensamentos do dia: 23 de junho de 2010.
O amor existe quando descobrimos que alguém nos ama tanto como nós o amamos."
Pensamento do dia: 09 de junho de 2010
Estou vivendo uma nova fase na minha vida, não estou com ninguém porque não quero, simplesmente porque agora não me vejo preparada para estar! *** TUDO TEM SUA HORA!***
Eu acredito que...
*Somente o amor transcende e transmuta os nossos sentimentos no mais profundo de nossa alma"ACEITE-ME COMO SOU
Não venho com garantia... nem tenho a pretensão, de ser alguém perfeita. Toda a perfeição não posso ter.
"Quem não compreende um olhar tampouco entenderá uma longa explicação. " (Mário Quintana)
Sorry
Que Deus nos de a sabedoria para descobrir o correto, a vontade para elegê-lo e a força para fazer que seja duradouro.
Em O código da Inteligência, Augusto Cury descreve de maneira instigante os códigos do eu como gestor psíquico, da intuição criativa, da autocrítica, do altruísmo, da resiliência (superação de crises).
Falo com o coração
Tenho um sorriso confiante que as vezes não demonstra o tanto de insegurança por trás dele. Sou inconstante e talvez imprevisível. Não gosto de rotina. Eu amo de verdade aqueles pra quem eu digo isso, e me irrito de forma inexplicável quando não botam fé nas minhas palavras. Nem sempre coloco em prática aquilo que eu julgo certo. São poucas as pessoas pra quem eu me explico... e de tαntαs mil mαneirαs que eu posso ser, estou certα que umα delαs vαi te αgrαdαr ... Meu ORKUT: Bruna Pocahontas bonequinha, brunitcha, flor e bubu
SOU: Alguém que ama à vida!
"Os ventos que as vezes levam algo que amamos são os mesmos ventos que nos trazem algo que aprendemos a amar. Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado, e sim aprender a amar o que nos foi dado, pois tudo que é realmente nosso o vento nunca ira levar."
Pensamento do dia 31 de outubro 2010.
Ouço e esqueço. Vejo e me lembro. Faço e entendo.
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